Uso de loção aquosa de clorexidine 3%+ miconazol 2% no tratamento da malasseziose em cão com pododermatite

Autores

  • Jorge Luiz Pinto Abrahão Junior Universidade Iguaçu https://orcid.org/0009-0003-8522-8310
  • Rayane da Silva Fernandes Universidade Iguaçu
  • Luiz Felipe Morais de Oliveira Universidade Iguaçu
  • Thayane Sant’Ana Ribeiro de Carvalho Universidade Iguaçu
  • Júlia Cordeiro Marques Universidade Iguaçu
  • Ana Carolina Silva Lage Universidade Iguaçu
  • Gabrielle Costa Universidade Iguaçu
  • Natália Lôres Lopes Universidade Iguaçu

Palavras-chave:

antifúngicos tópicos, disbiose fúngica, inflamação cutânea, MOG, prurido interdigital

Resumo

A pododermatite associada à proliferação de Malassezia sp. é uma enfermidade frequente em cães, caracterizada por prurido intenso e alterações cutâneas que podem evoluir para quadros crônicos quando não diagnosticada e tratada precocemente. O presente relato descreve o atendimento de uma cadela da raça Shih-Tzu, sete anos de idade, com diagnóstico confirmado por exame citológico com fita de acetato corada pelo método Panótico Rápido. O protocolo terapêutico consistiu na aplicação tópica de loção aquosa contendo clorexidina 3% e miconazol 2%, a cada 12 horas durante 28 dias. A evolução clínica foi monitorada por meio da escala de prurido pVAS e de uma adaptação do CADESI-4 para avaliação das lesões podais. Houve melhora clínica progressiva, com remissão significativa do prurido e das alterações cutâneas, demonstrando a eficácia da terapia tópica empregada. O caso reforça a importância do diagnóstico precoce, do monitoramento sistemático e da investigação de causas primárias para reduzir recidivas e garantir manejo clínico de qualidade a longo prazo.

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Publicado

05.01.2026

Como Citar

1.
Pinto Abrahão Junior JL, Fernandes R da S, Oliveira LFM de, Carvalho TSR de, Marques JC, Lage ACS, et al. Uso de loção aquosa de clorexidine 3%+ miconazol 2% no tratamento da malasseziose em cão com pododermatite. BJAHE [Internet]. 5º de janeiro de 2026 [citado 27º de maio de 2026];2:43-52. Disponível em: https://bjahe.com.br/revista/article/view/37